Matriz De Riscos — O Que É E Como Aplicar Na Sua Empresa?
Como já diria o ditado popular, “é melhor prevenir do que remediar”. Imprevistos acontecem, mas, no contexto empresarial, além de dores de cabeça, é comum que também gerem prejuízos. Por este motivo, ter conhecimento do que pode vir a acontecer já colabora bastante para minimizar os impactos negativos. A Matriz de Riscos serve justamente para isso.
O que é uma matriz de riscos?
Também chamada de Matriz de Probabilidade e Impacto, essa é uma ferramenta de gerenciamento que auxilia, primeiro, na identificação de riscos, e, depois, na determinação da sua criticidade e no estabelecimento de ações preventivas.
Uma das suas maiores vantagens em relação a outros métodos é a facilidade de compreensão e visualização.
Como funciona uma matriz de riscos?
A representação gráfica da matriz de riscos é uma tabela com dois eixos:
- probabilidade: analisa o quão provável e possível é que algo aconteça;
- impacto: avalia o quão grave serão as consequências caso o risco venha a se concretizar.

Qual é a função de uma matriz de nível de risco?
A função desse mapeamento é simples: auxiliar gestores no processo de tomada de decisões mais assertivas. Isso porque ela ajuda a identificar o que é prioridade dentro de uma organização (os riscos mais prováveis de acontecer e com consequências mais graves) e antecipar ações para evitá-los.
Como montar uma matriz de risco em 4 passos
Para entender como construir uma matriz de riscos, nada melhor do que pensar em um exemplo prático seguindo o passo a passo a seguir. Vamos juntos!
1. Identificar os riscos
O primeiro passo para construir essa matriz é identificar os riscos que a sua organização corre (claro!). Para isso, é importante olhar cada setor bem de perto, considerando a especificidade de cada um.
Para o nosso exemplo, vamos considerar o risco de vazamento de dados, que pode afligir qualquer nicho organizacional.
2. Especificar a probabilidade
Depois de mapear os riscos, é hora de classificar a probabilidade de que eles aconteçam. Para isso, você vai precisar estabelecer critérios, como frequência, por exemplo:
- alta: ocorre frequentemente ou várias vezes;
- média: é conhecido por acontecer ocasionalmente;
- baixa: nunca aconteceu na sua empresa, mas pode ocorrer.
Pensando na nossa situação hipotética, como você classificaria o vazamento de dados? Lembrando que, dependendo da natureza da informação — se for um dado sensível, por exemplo, que torna capaz de identificar um indivíduo —, a gravidade é ainda maior.
3. Descrever a gravidade
A partir dessas definições de probabilidade, comece a pensar nas consequências de cada risco. A gravidade também deve ser mensurada seguindo alguns critérios, como gravidade do impacto ou possibilidade de prejuízo.
Considerando o vazamento de dados, quais serão os danos? Podemos listar alguns:
- vazamento de informações importantes para o negócio, como dados cadastrais de clientes;
- interrupção nas atividades do negócio;
- má reputação diante dos clientes e parceiros;
- prejuízo financeiro em decorrência do incidente de segurança de dados pessoais;
- multas e impossibilidade de atuar por conta de não conformidade com a LGPD.
4. Avaliar resultados
Com a sua matriz de riscos pronta, o passo final é avaliar os resultados e pensar em ações de prevenção.
Para o exemplo deste artigo, contratar a DPOnet seria uma excelente solução. Isso porque nós temos um ótimo custo-benefício, sendo um investimento condizente com a probabilidade desse risco acontecer, e evitando que a sua empresa enfrente essas graves consequências.
Veja como a DPOnet pode ajudar na prevenção do vazamento de dados.
